Arquivo da categoria: MULHER DONA DE CASA

Halloween….

Halloween…. dia das bruxas  dia de todos os santos, dia de são nunca, dia da dona de casa e sei lá quantos nomes mais atribuído a esse dia. O que importa é  que seja qual for o motivo vamos  comemorar não é?

Afinal nos dias de hoje onde tantas coisas acontecendo, apesar disso nem tudo é bom e nem tudo é ruim e nem toda bruxa é má, pois todos nós conhecemos contos de fada com bruxas de nariz pontudo, com verruga que faz feitiços e prende criancinhas no porão, mas também conhecemos historias de bruxinhas do bem que são engraçadas, atrapalhadas e que apenas querem ajudar pessoas com seus conhecimentos de magias, chás de ervas e por ai. E porque será que este dia também é dia da dona de casa, porque em varias situações ela hora é a bruxa má que tem que chamar atenção, deixar de castigo e em outra ocasião ela cuida, faz e leva chazinho e com suas magicas do bem para curar ou salvar sua  família. Bem….. isso não li nos livros, mas eu acredito.

Então Feliz dia 31  de Outubro!!!!IMG_4596m

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DIA DA DONA DE CASA.

DIA 31 DE OUTUBRO TAMBÉM É DIA DA DONA DE CASA.

A mulher, esposa e mãe.

mulher2

Hoje a mulher vai alem e  descobriu varias maneiras de facilitar o trabalho de uma casa, com novas ferramentas, produtos eficazes, para  não ter que ficar tanto tempo esfregando.

A modernidade facilitou para que a dona de casa ganhasse mais tempo e agregasse mais trabalho ao invés de descanso.

Hoje muitas são chefes de família, muitas vezes usando sua criatividade em trabalhos manuais e se profissionalizando, somando ao seu trabalho.

A mulher como sempre expert em organização, sempre arruma um tempo para fazer mais alguma coisa.

E por falar nisso e como estamos aqui do outro lado do mundo, também por conta da crise, mais mulheres optaram por ficar aos cuidados da casa e educação dos filhos e procuram descobrir o algo mais de seu  talento para gerar renda e ajudar nas despesas da família.

E assim o empreendedorismo esta presente hoje muito mais entre essas mulheres.

 No artesanato que muitas aprenderão com suas mães e avos La na infância, hoje para prover as necessidades da casa tem se aperfeiçoado com novas técnicas e ferramentas que as mães e avos nunca viram em sua época.

mulher[1]

Ate há pouco tempo quando se perguntava qual a profissão de uma mulher, muitas vezes causava constrangimento ao dizer que era dona de casa ou Do Lar como vemos em formulários empresas ou de escolas quando preenche uma vaga de um filho na escola ou um amiguinho pergunta ao filho: Qual a profissão de sua mãe? A criança respondia: minha mãe não trabalha.

Como não? E todas as tarefas de casa, desde quando se levanta? Desde o café da manha para o marido e filhos a preparação da merenda que se leva para a escola.

Almoço, jantar, ir à feira, ao supermercado, ao banco… E infinitas coisas que teria que ter mais tempo. Mas não!…Ainda assim ela acha tempo para aprender e fazer mais. Seja na cozinha, com uma agulha e linha, com tinta em tecidos ou crochês e bordados… Enfim, essas coisas que poderiam ser consideradas as horas extras de uma Dona de casa, por isso devemos sempre valorizar todo e qualquer trabalho artesanal feito por mãos de uma mulher DONA DE CASA.

DIA DA DONA DE CASA.

DIA 31 DE OUTUBRO TAMBÉM É DIA DA DONA DE CASA.

A mulher, esposa e mãe.

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Hoje a mulher vai alem e  descobriu varias maneiras de facilitar o trabalho de uma casa, com novas ferramentas, produtos eficazes, para  não ter que ficar tanto tempo esfregando.

A modernidade facilitou para que a dona de casa ganhasse mais tempo e agregasse mais trabalho ao invés de descanso.

Hoje muitas são chefes de família, muitas vezes usando sua criatividade em trabalhos manuais e se profissionalizando, somando ao seu trabalho.

A mulher como sempre expert em organização, sempre arruma um tempo para fazer mais alguma coisa.

E por falar nisso e como estamos aqui do outro lado do mundo, também por conta da crise, mais mulheres optaram por ficar aos cuidados da casa e educação dos filhos e procuram descobrir o algo mais de seu  talento para gerar renda e ajudar nas despesas da família.

E assim o empreendedorismo esta presente hoje muito mais entre essas mulheres.

 No artesanato que muitas aprenderão com suas mães e avos La na infância, hoje para prover as necessidades da casa tem se aperfeiçoado com novas técnicas e ferramentas que as mães e avos nunca viram em sua época.

mulher[1]

Ate há pouco tempo quando se perguntava qual a profissão de uma mulher, muitas vezes causava constrangimento ao dizer que era dona de casa ou Do Lar como vemos em formulários empresas ou de escolas quando preenche uma vaga de um filho na escola ou um amiguinho pergunta ao filho: Qual a profissão de sua mãe? A criança respondia: minha mãe não trabalha.

Como não? E todas as tarefas de casa, desde quando se levanta? Desde o café da manha para o marido e filhos a preparação da merenda que se leva para a escola.

Almoço, jantar, ir à feira, ao supermercado, ao banco… E infinitas coisas que teria que ter mais tempo. Mas não!…Ainda assim ela acha tempo para aprender e fazer mais. Seja na cozinha, com uma agulha e linha, com tinta em tecidos ou crochês e bordados… Enfim, essas coisas que poderiam ser consideradas as horas extras de uma Dona de casa, por isso devemos sempre valorizar todo e qualquer trabalho artesanal feito por mãos de uma mulher DONA DE CASA.

Reflexão…

euz

Mulher…. Trabalhadora …..Esposa…..Dona de casa e mãe

Talvez por que esta perto do final de ano e um dos meus objetivos tenha ficado um pouco atrasado.

E agora tenho que decidir prioridades ou então vou atropelar tudo, por isso tenho ficado em silencio nesta semana.

Tenho feito o possível para me manter focada no trabalho e deixar as coisas correrem, mas quando é dentro de casa fica um pouco mais complicado.

Tenho lidado com problemas de depressão na família e desemprego, o caso de saúde tem sido resolvido com tratamento, não é simples, o processo é muito lento e o problema de desemprego aqui é também complicado, pois sem duvidas teremos que adiar algumas coisas e correr atrás por outros meios.

Quando cheguei aqui tudo era mais fácil tínhamos empregos e ganhávamos muito bem e com a crise muitas fabricas fecharam e agora fica mais difícil encontrar um bom emprego.

E quando se tem um problema de saúde, as coisas ficam muito pior, ainda mais quando se exige que se fale fluentemente a língua e competir com os próprios japoneses uma vaga de emprego.

Por isso o meu trabalho aqui tem sido importante, pois tenho aprendido e ensinado que não devemos depender simplesmente do emprego em fabricas, e sim criar outros meios de ter renda, e no meu caso neste momento, mais um membro de minha família esta sem emprego e tenho que lidar com isso de maneira que não afete o tratamento da minha filha, pois todos da família temos que estar comprometidos para dar certo e ter bons resultados, lembra sempre o medico que a trata.

E como dona de casa e mãe, fico dividida entre meu trabalho do lar e meu trabalho com as pessoas que contam comigo, talvez por isso, tenha me sentido assim esta semana.

Eu sei que nem sempre se agrada a todos e também nem todos podem compreender como conseguimos lidar com tantas coisas ao mesmo tempo, mas é assim, nem tudo tem uma formula secreta.

Então deixo aqui não uma desculpa por minha ausência em algum momento, mas dizer que sou igual a todo mundo e se eu posso todos podem e se todos podem, também posso às vezes me sentir assim.

Com certeza tenho consciência de que sou um ser humano capaz de coisas incríveis e que, além disso, sou mulher, dona de casa, mãe, e quando se trata de família e filhos fica difícil pensar em algo mais importante.

NESTE DIA 31 DE OUTUBRO É DIA DA DONA DE CASA

DONA DE CASA EM TEMPO INTEGRAL, MÃE, ESPOSA OU PROFISSIONAL? ISSO SEMPRE FEZ PARTE DA MINHA VIDA.

Admiro aquelas que são felizes em ser a rainha do lar e se basta com o que o marido traz para casa, mesmo que lhe falte algumas coisinhas destas das quais toda mulher adora.

Equilibrar afazeres domésticos, levar filhos a escola, ao balé, a natação, as festas de amiguinhos, e fazer café da manha, almoço, lavar, passar, ir para o trabalho, buscar filho na escola, passar ao supermercado.  Isso fez parte da minha vida, e eu sonhava em chegar a hora que seria somente dona de casa, no entanto quando ficava muito tempo, sentia falta do trabalho e tudo mais.

Eu comecei a trabalhar com 11 anos e na minha época não tinha esse negócio proibição de trabalho infantil, pois se quisesse estudar mais e conseguir alguma coisa na vida tinha que ajudar a suprir as despesas. Meu pai tinha três filhas e as duas menores muito mais dependente deles por ter menos saúde.

Assim eu tive que tomar decisões muito mais cedo e passei a trabalhar e pagar meus estudos, desde a metade do ginásio da época, passando a estudar a noite e trabalhar de dia.

Quando cheguei ao colégio cheguei a fazer técnico de administração de empresas, o que tive que parar por não ter como pagar e voltei ao colégio do estado.

Mas consegui terminar com ótimas notas, apesar de quase não ter tempo de estudar durante o dia.

E assim pouco depois conheci meu marido que estava fazendo cursinho, tentou vestibular, mas não conseguiu naquele ano. E passou o tempo até que tanta coisa nesse meio tempo se passou e a doença da minha mãe me fez ficar em casa por um tempo para cuidar dela e de meu irmão que ainda era bem pequeno.

Quando ela já estava bem, eu e meu marido ficamos noivos e marcamos o casamento, então no começo eu estive somente em casa, sempre trabalhando com alguma coisa para ajudar nas despesas, e tempo depois já tinha minha filha com dois anos e tive que voltar a trabalhar fora, e até quando engravidei do meu segundo filho, continuei a trabalhar, ficando apenas três meses durante a amamentação e depois decidi trabalhar meio período, para ficar mais tempo com eles. E até que comecei a trabalhar com vendas. Então nessa empresa eu ia uma vez por semana e ficava fazendo contacto do telefone da minha casa e via fax enviava pedidos a empresa, também fazia visitas ao menos duas vezes por semana a minhas revendedoras, e ai em apenas 6 meses ganhei vários prêmios e viagens. E com isso aprendi a administrar meu tempo entre ser dona de casa e profissional. E depois dessa empresa foram outras e quando ficava em casa sempre fazia algo, nunca me conformei em depender do salário apenas do meu marido,  sempre gostei de ficar em casa, cuidando e fazendo os afazeres domésticos, quando ficava muito tempo,  sentia falta de atividade. Então comecei a fazer trabalhos voluntários em uma entidade que cuidava de criança carente desde creche a abrigos e criança de rua, e até fui membro do conselho municipal dos direitos da criança e do adolescente, que foi a coisa mais maravilhosa que fiz até hoje, e esse trabalho me preenchia e me fazia muito bem e meus filhos cresceram aprendendo a se doar, inclusive minha filha na época, dava aula de origami na creche e também aula de computação para crianças da comunidade.

E quando surgiu a oportunidade de uma sociedade com um amigo de infância em uma escola de informática e cursos profissionalizante, eu mergulhei de cabeça, pois a minha ideia era comprar a parte dele e fazer dessa escola um diferencial em cursos para crianças carentes, mas fui enganada, pois no inicio parece que estava mos falando à mesma língua, mas quando a esposa resolveu ter ciúmes, não sei bem como começou, mas acho que ficava incomodada com o meu sucesso, então começou a virar a cabeça dele e começaram a desviar dinheiro e tomar decisões sem me consultar, e quando meu marido perdeu o emprego e veio para o Japão, eu resolvi ficar e tentar manter ainda a escola, mas acho que esta parte da história vocês já sabem que não terminou bem, e eu tive que vir para o Japão e recomeçar aqui.

Bom na verdade, ainda fiquei sozinha no Brasil por dois anos enquanto meu marido se adaptava aqui no Japão. Neste tempo estive tentando por meio de processos com a justiça, rever algumas coisas que investi nesta sociedade, foi um período de muita luta e decepções até com pessoas da família que não entendia minha luta e achava que tinha que deixar tudo  isso para traz e acabou que deixei um pouco, incluindo meus filhos no Brasil.

 E vim para o Japão, minha filha acabava de completar 18 anos e eu a emancipei para que ficasse responsável pelo meu filho que tinha14 anos.

Apesar de meus pais estarem sempre por perto, queria que fossem responsáveis de alguma forma. Então cheguei e fui morar com duas pessoas que trabalhava comigo na fabrica e meu marido em outra cidade, à uma hora de onde morava. E nos encontrávamos nos finais de semanas e feriados, já que não era permitido nos encontrar no apartamento onde eu morava, regras imposta pelas minhas colegas. Então após um ano, trouxe meus dois filhos e recomeçamos nossa vida em família novamente. No começo foi bem difícil, mas a alegria de estarmos juntos compensava tudo, e como meu filho com apenas quinze anos, não podia trabalhar na mesma fabrica onde trabalhava, então entrou no curso de japonês pelo método kumom. Pois a escola já era bem difícil pela idade dele e na região não havia outro tipo de curso. Depois disso minha filha adoeceu e voltou ao Brasil para se tratar e acabou casando com um ex-colega de escola. E hoje estão aqui comigo novamente. E apesar de alguns problemas recente de saúde com ela, aparentemente esta tentando se recuperar.

E por isso hoje eu sou feliz, ficando em casa ou não eu sempre estarei à procura de algo melhor para minha família e para os que me são caros. Não sei se qualidade ou defeito, mas me incomoda ver pessoas ociosas desperdiçando o tempo e a vida, sem ter feito algo, para deixar de herança quando se for desta vida. E isso não precisa ser necessariamente coisas grandes mas poderá ser simplesmente uma receita especial que deixe com carinho para  filhos e netos.